quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
" A Um Bem Efêmero "
Francisco Rodríguez Marin
( espanhol – 1855 / 1943 )
Oh, inesperado bem que a mim chegaste
como em meu coração te recolheste,
e em eflúvios celestes o inundaste
e num mar de delicias o envolveste ?
Pois que ao teu fogo o meu amor ardeste
por que ao partir ardendo o abandonaste?
Para durar tão pouco por que vieste?
E se quiseste vir, por que o deixaste?
Relâmpago fugaz, oh bem - meteoro
que no céu cintilou! Nem sei se vi
na noite a tua luz. Mal pude ver-te!
Mas a sorte bendigo a não deploro,
pois perdendo-te assim, enfim perdi
essa angústia e esse medo de perder-te.
( Tradução de JG de Araujo Jorge extraído do livro
"Os Mais Belos Sonetos Que O Amor Inspirou"
Vol. II - 1a edição 1966 )
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
Natal dos Simples (Cantar as Janeiras)
Vamos cantar as janeiras
Vamos cantar as janeiras
Por esses quintais adentro vamos
Às raparigas solteiras
Vamos cantar orvalhadas
Vamos cantar orvalhadas
Por esses quintais adentro vamos
Às raparigas casadas
Vira o vento e muda a sorte
Vira o vento e muda a sorte
Por aqueles olivais perdidos
Foi-se embora o vento norte
Muita neve cai na serra
Muita neve cai na serra
Só se lembra dos caminhos velhos
Quem tem saudades da terra
Quem tem a candeia acesa
Quem tem a candeia acesa
Rabanadas pão e vinho novo
Matava a fome à pobreza
Já nos cansa esta lonjura
Já nos cansa esta lonjura
Só se lembra dos caminhos velhos
Quem anda à noite à ventura
Vamos cantar as janeiras
Por esses quintais adentro vamos
Às raparigas solteiras
Vamos cantar orvalhadas
Vamos cantar orvalhadas
Por esses quintais adentro vamos
Às raparigas casadas
Vira o vento e muda a sorte
Vira o vento e muda a sorte
Por aqueles olivais perdidos
Foi-se embora o vento norte
Muita neve cai na serra
Muita neve cai na serra
Só se lembra dos caminhos velhos
Quem tem saudades da terra
Quem tem a candeia acesa
Quem tem a candeia acesa
Rabanadas pão e vinho novo
Matava a fome à pobreza
Já nos cansa esta lonjura
Já nos cansa esta lonjura
Só se lembra dos caminhos velhos
Quem anda à noite à ventura
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
Bolo podre de Natal à moda do Ribatejo
750g de farinha
200g de açúcar
3,5dl de azeite
2 dl de água
Canela q.b.
Erva-doce q.b.
Modo de preparação:
Num alguidar coloque a farinha misturada com o açúcar. Entretanto, leve ao lume brando o azeite, a água, a canela e a erva-doce. Logo que levante fervura, escalde a farinha com o azeite e amasse bem. Coloque numa forma rectangular tipo bolo inglês e leve ao forno a 180ºC até estar cozido.
Depois de cozido passe por açúcar de confeiteiro.
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